“Quem nunca”? Acho que todos nós já fomos assim na pessoa física ou jurídica como gosto de brincar. Eu mesmo já fui o “SINHÔZINHO MALTA” (alusão ao personagem da novela Roque Santeiro).
Filho de pais mandões, de personalidade forte, criado no estado da cultura de capitanias hereditárias…prato cheio 💥
As justificativas para adotar este estilo geralmente são
✅ “o time é muito ruim, só eu posso resolver”…
✅ ”sou o mais preparado, todo o resto nunca pensará = a mim”…
✅ ”se não for do meu jeito não será perfeito”…”feedback não adianta, só aprendem na dor”
Os resultados práticos obtidos são:
▶️ perda de bons talentos
▶️ fica engolido pela operação resolvendo coisas sem sentido
▶️ reforça a crença que ninguém serve
▶️ passivo trabalhista (prepare o bolso)
▶️ será odiado pela maioria e amado pela minoria (quanto a isso não vejo problema, não sou político para ter voto em massa)
Depois de anos de porradaria, várias cicatrizes, alguns traumas (terapia não resolve tudo), entendi que querer controlar tudo na verdade é impossível, pelo contrário, é uma sensação ilusória, que no final você não controla nada.
É fato que o nível geral das pessoas é mediano para baixo (desculpem a polêmica, mas você sabe que é verdade). A questão é, o que você fará com isso? Como explorar o melhor que o time tem para dar?
Isso demanda tempo, é uma questão de CULTURA 🏆
Eu nem sei se sou exemplo, mas me esforço para deixar um legado 🙏🏻